
Extracto da notícia IOL:
“Alguns pacientes eram deixados ao abandono horas a fio, em camas sujas e algumas vezes em sofrimento atroz. A triagem dos doentes chegados às urgências era por vezes efectuada por recepcionistas sem experiência médica. Monitores cardíacos eram desligados porque as enfermeiras não sabiam utilizá-los.
A filha de uma antiga paciente falou de condições próprias de um «hospital do terceiro mundo».
De acordo com a Comissão, o número dos mortos no hospital foi de 400 a 1200 pessoas, entre 2005 e 2008. O estabelecimento é gerido por uma fundação do sistema de saúde pública britânica.”
Uma notícia aterradora e preocupante. Apesar dos defeitos, o Serviço Nacional de Saúde britânico não parecia susceptível à existência de tal atrocidade.
Preocupante também porque nos faz pensar sobre a incapacidade de detectar e corrigir atempadamente estes factos. Preocupante para todos, lá como cá, em particular para os que exercem funções de chefia. Seria possível que os olhos de todos e cada um de nós não vissem imagens semelhantes, caso elas ocorressem nas nossas unidades?