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Monchique Laranja. Obrigado Rui André!
Publicado em Outubro 1225, 2009 Sem comentários

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Dr. Caldas de Almeida no Forum Portugal de Verdade
Publicado em Junho 2659, 2009 Sem comentáriosI PARTE
II PARTE
III PARTE
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Intervenção na Comissão Parlamentar de Saúde
Publicado em Junho 1827, 2009 Sem comentáriosI PARTE
II PARTE
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Europeus? Nós?
Publicado em Maio 3120, 2009 Sem comentários
Publicado na edição de Junho da Revista Algarve MaisNós, europeus.
Com as campanhas eleitorais chegam as palavras de ordem e os slogans, as frases e as não frases. Em muitos casos privadas de originalidade, noutros plenas de excentricidade.
O PS enveredou, nesta pré-campanha, por uma afirmação que só se compreende se o objetivo não for motivar os eleitores a votar. Aliás, o cartaz que lhe dá corpo é tão desinteressante como o cabeça de lista. Parecem saídos da mente de um fervoroso adepto da velha máxima de que mais vale que falem mal…
O cartaz e a frase lembram Johnny Weissmuller (um europeu que conheceu o sucesso em Hollywood). Lembram o mais famoso Tarzan a bater no peito e a exclamar “me Tarzan, you Jane”.
Nós, europeus. Nós a assinar a adesão. Nós a aderir ao euro. Nós a negociar o tratado de Lisboa. Só falta o cartaz inspirado nas aventuras de Edgar Rice Burroughs: eles, Sócrates e Moreira, por entre gritos e orgulhosas pancadas no peito, a afirmarem-se únicos europeus legítimos.
Na interpretação mais suave, o PS pretende ser mais europeu que os outros partidos. Numa leitura mais vasta, o PS pretende que nós, portugueses, sejamos hoje tão orgulhosamente europeus como antes éramos orgulhosamente sós. É o socialismo em versão xenófoba. “Nós, europeus” afirmam eles com satisfação. Se, como é óbvio, não querem limitar-se a uma mera constatação geográfica ou histórica, a satisfação é uma questão civilizacional. São europeus, não são africanos nem asiáticos. Estão satisfeitos porque são melhores…
Numa Nação que se afirmou pelo período das Descobertas, pela presença secular dos portugueses nos quatro cantos do mundo e pela marcante emigração e imigração, aquele “orgulho” europeu é redutor do papel da Nação e dos portugueses.
Portugal é um país de europeus, de africanos, de americanos, de asiáticos. Muitos de nós somos, porque aqui nascemos, europeus. Outros, porque nasceram em Angola, no Brasil ou em Timor, não o são. Afirmar “nós, europeus” é excluir estes últimos. E não venham, numa atitude paternalista e com vestígios coloniais, incluir todos naquela afirmação.
Conduzir uma campanha a partir de frases feitas e de lugares comuns é evitar que se discuta a Europa. Esta está muito longe de ser a Europa dos Cidadãos de que muitos falam. Atualmente é uma União de Estados, sem política externa comum e a falar a várias vozes. Na realidade, em termos práticos, a transformação da Comunidade Económica Europeia em União Europeia foi pouco mais que uma operação de cosmética aos olhos do cidadão europeu. Falamos dos fundos comunitários, da política agrícola comum, da intervenção no setor das pescas, da moeda única. Ignoramos a política externa, a segurança, a harmonização salarial, as desigualdades sociais. A esta Europa, e a estas eleições, aplica-se em pleno a frase tornada célebre por um assessor de Bill Clinton durante uma das suas campanhas presidenciais: “It’s the economy, stupid!”.
“Não desista somos todos precisos”. Ora aí está outra frase a merecer reflexão. Não tenho dúvidas que outros a farão…
Nós, algarvios.
Quem está satisfeito com a subida à primeira divisão (assim, à moda antiga) da equipa de futebol do Olhanense? Nós, algarvios. Pelo menos aqueles que vão em futebóis, entre os quais me incluo. Para compensar o terceiro lugar do “meu” Benfica, só mesmo a vitória do Olhanense na Liga de Honra.
Nos últimos anos, o Olhanense habituou-nos a um trabalho consistente, persistente e com discrição quanto baste. É justo que tenha dado frutos.
A satisfação de sabor regionalista, no meu caso, é ultrapassada por um maior contentamento de âmbito pessoal e familiar. A minha costela olhanense alegra-se em particular pelo prazer que este feito trará à minha tia Maria de Deus. A mais ferrenha dos olhanenses da família, atleta da primeira equipa feminina de basquetebol do clube em 1964, está a saborear este feito como poucos. Só por isso já valia a pena ir em futebóis.
Nós, algarvios.
Quem tem razões para celebrar os 13 anos do Hospital Particular do Algarve? Nós, algarvios. Inaugurada a 13 de Maio de 1996, a unidade hospitalar de Alvor é hoje uma referência na Saúde algarvia e a base para o crescimento do Grupo HPA. Nas áreas da Cardiologia, da Urologia, da Imagiologia, da Cirurgia e tantas outras, o HPA tem estado na vanguarda em termos regionais, recebendo o reconhecimento dos próprios pares do setor da hospitalização privada nacional. Em tempo de crise, de aumento do desemprego, de diminuição de investimento, o Hospital Particular está prestes a colocar em funcionamento a unidade hospitalar de Faro. O novo Hospital, em Gambelas, disporá da mais avançada tecnologia e dos melhores profissionais, criará dezenas de postos de trabalho, dinamizará a atividade económica e reforçará a imagem da Região junto dos operadores e agentes do setor do turismo.
Este é também o ano da consolidação da unidade de Portimão, Hospital de São Camilo, como parceiro de qualidade de seguradoras e subsistemas de saúde e alternativa de prestação de cuidados aos doentes do concelho e da região.
Ao longo de 13 anos são vários os responsáveis pelo sucesso do grupo. Os administradores, os dirigentes, os funcionários e colaboradores, os parceiros institucionais e, principalmente, os doentes que têm confiado no HPA.
A amizade e as relações pessoais e profissionais não me devem impedir de, publicamente, dirigir os meus parabéns ao Presidente do Conselho de Administração, Dr. João Bacalhau, e a todos os funcionários e colaboradores na pessoa do Dr. Luís Miguel Farinha, Diretor Administrativo. Venham mais treze.
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Postura de estadistas… A Rainha, Berlusconi e os outros.
Publicado em Abril 445, 2009 Sem comentáriosSó se fala da gaffe de Berlusconi e da reacção da Rainha. Pior é a postura generalizada dos “senhores do mundo”. Riem de quê?
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Verdes anos
Publicado em Abril 344, 2009 Sem comentáriosMargarida Tengarrinha afirmou hoje na RTP que, até morrer, acreditava e lutava por um Portugal socialista a caminho do comunismo. Num tempo em que são poucos os que mostram ter convicções eu, que acredito num Portugal muito diferente, gostei do modo firme e orgulhoso como se afirmou comunista, após 8 décadas de vida e cerca de meio século de militância no PCP.
Para ela, Carlos Paredes e Verdes Anos. -
Portimão em diferido!
Publicado em Abril 330, 2009 Sem comentáriosArtigo do Vereador Pedro Martins no jornal Barlavento.
Uma voz no deserto. Vale a pena ler e pensar o futuro de Portimão e do PSD local, depois do “consulado” do Presidente socialista Manuel da Luz.

Escrevo este artigo depois de ter lido a edição de Março de 2009 do jornal municipal «Portimão em directo», e escrevo porque me parece que o Partido Socialista perdeu completamente o pudor; a este jornal municipal, pago com o dinheiro de todos nós, só falta o símbolo do Partido Socialista na capa, porque de resto todo o seu conteúdo é uma ode ao executivo socialista da Câmara Municipal de Portimão.
Acho admissível que a autarquia informe os seus munícipes das suas actividades, mas já não me parece correcto que se faça parangonas de primeira página, em auto elogio eufórico, anunciando algumas medidas de apoio social.
Primeiro, porque o apoio social é uma obrigação da Câmara, e depois porque, apesar de algum reforço nas verbas destinadas ao apoio social (o que quero acreditar nada ter a ver com o período eleitoral que se avizinha), estas continuam a ser insuficientes e representam uma percentagem quase insignificante do orçamento do município, nomeadamente quando comparadas com outras rubricas orçamentais, como por exemplo as relacionadas com eventos, e com marketing e publicidade, consubstanciadas principalmente através das transferências entre administrações (empresas municipais). Ler o resto deste artigo »
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Rui André candidato à Presidência da Câmara de Monchique
Publicado em Abril 216, 2009 Sem comentários
Tem vontade, disponibilidade, currículo e ambição. Fomos cúmplices noutras lutas… seremos também nesta.
Na minha terra, é tempo de união e de apoio ao Cidadão, que efectivamente exerce os direitos e os deveres de cidadania, e ao militante do PSD com provas dadas.
Vai ser bom voltar a fazer campanha com o Rui. Depois das últimas legislativas e do apoio que ele me deu nas autárquicas em Portimão, cabe-me a feliz tarefa de retribuir esse apoio.
Da nota de imprensa do PSD Algarve:
“Rui André, nasceu há 34 anos em Monchique, onde sempre residiu.
Academicamente, é licenciado em Educação Visual e Tecnológica, professor de profissão. Do seu currículo, constam a frequência na Pós-Graduação em Arqueologia e Património; um diploma em Design Gráfico e Comunicação; um curso de especialização em “Educação Artística”;um curso de especialização em Educação Especial e Terapia de Arte; frequência de um Master Internacional de Criatividade Aplicada Total e ainda uma série de Acções de Formação e Cursos de interesse pessoal, nas áreas do Património, da Arquitectura, Ambiente e Ordenamento do Território e um Curso de Estudos Políticos Aprofundados da Universidade de Verão 2003, promovido pelo P.S.D., J.S.D. e pelo Instituto Francisco Sá Carneiro.
Do seu currículo de funções públicas, destacam-se: Dirigente da Associação de Estudantes da Escola Superior de Educação de Beja e Federação Académica do Baixo Alentejo; candidato à presidência da Junta de Freguesia de Monchique; Deputado à Assembleia de Freguesia de Monchique; Vereador da Câmara Municipal de Monchique; Candidato à Assembleia da República nas Eleições Legislativas de 2005.
No âmbito partidário, ressalta a liderança da Juventude Social Democrata de Monchique; Vice-presidência da Comissão Política Distrital da JSD Algarve e a Presidência da Comissão Política de Secção do PSD Monchique, funções que desempenha actualmente;
No seu envolvimento com a sociedade civil, preside às assembleias-gerais da Associação “Danciarte” Grupo de Recolha e Difusão Cultural de Monchique; da Associação Ambiental “A Nossa Terra” ONGA de Monchique; da Associação “Monchique Montanha Clube” de Monchique sendo ainda Vice-Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Monchique (desde 2005).”
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Zeca Afonso no Coliseu
Publicado em Março 3147, 2009 Sem comentáriosUm incentivo para a rápida recuperação do nosso Provedor de Justiça. Além de comerem tudo, ainda lhe rogaram uma praga e mandaram-no para casa de baixa.
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O Ministro Coordenador
Publicado em Março 3145, 2009 Sem comentários
Calculo que, durante o ano, o Ministro/coordenador convide os responsáveis das IPSS a estar presentes em cerimónias oficiais. Suspeito que o Coordenador/ministro convide os responsáveis das IPSS, na sua qualidade de cidadãos…, a estar presentes em almoços, jantares e outros eventos partidários. Vai ser cada “petisco”!
É que há convites muito difíceis de recusar. E então por quem dirige pequenas instituições, muito dependentes dos acordos com o Estado para a prossecução das suas actividades, mas também muito intervenientes e influentes no tecido social local. Conheço quem leve muito a sério a ameaça “quem se mete com o PS leva”.
Imagem original RTP
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A “elegância” do Presidente da Câmara de Lagos
Publicado em Março 2920, 2009 Sem comentários
A notícia até nem é, infelizmente, inusitada. Cônjuges e afins de detentores do poder a viajar à borla, já vimos. As oposições a protestar, também. Mas o jornalista Armando Alves (Correio da Manhã) “arrancou” do Presidente da Câmara de Lagos, o socialista Júlio Barroso, a seguinte pérola de elegância e civilidade: “na próxima ocasião terei todo o gosto em convidar um elemento do PSD para se vestir de dama do século XV e fazer de costureira e engomadeira, tarefas desempenhadas pela minha mulher…”. Com a devida vénia (apropriada perante os “nobres” em apreço), transcrevo o texto e a imagem disponíveis na edição online do CM. Ler o resto deste artigo »
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O Dever do PSD
Publicado em Março 2914, 2009 Sem comentários
Publicado na Revista Algarve Mais Foto RTP
São os governos que perdem as eleições e não as oposições que as ganham. Esta é uma frase feita, habitualmente aceite como traduzindo uma verdade quase absoluta.
As últimas décadas em Portugal parecem dar razão aquela afirmação. A desagregação da AD após a morte de Francisco Sá Carneiro, o fim anunciado à nascença do Bloco Central, o tabu de Aníbal Cavaco Silva, o pântano de António Guterres ou o abandono de Durão Barroso influenciaram mais a alternância no poder do que o trabalho das oposições.
Olhando aqueles exemplos em retrospectiva e o comportamento recente do PSD, fica-nos a ideia que a conduta e muitas das escolhas deste Partido são condicionadas pela “esperança” de que, mais cedo ou mais tarde, o PS lhe entregue o poder. Ao alimentar esta expectativa, o PSD tem abdicado de ser Oposição. Com líderes melhor ou pior aceites pela Comunicação Social, com discursos de variável intensidade, com propostas por vezes contraditórias, o PSD optou (e por vezes até parece que de forma consciente) pelo tacticismo em contraponto à estratégia.
A arrogância de José Sócrates, de Santos Silva ou da Ministra da Educação só acontecem e florescem pelo vazio que tem existido à direita do PS. Por isso Santos Silva gosta tanto de malhar à esquerda e à direita, mas com mais gozo à esquerda. É daí, dessa esquerda do PCP, do Bloco e de Manuel Alegre que lhe têm vindo os maiores dissabores. É para esses que o PS receia perder votos e perder a maioria absoluta.
O PSD tem que fazer mais e muito melhor se quiser voltar a ser Governo. A questão fundamental que o PSD, os seus dirigentes e militantes têm que entender é que é deles o dever de ambicionar ganhar as eleições e ser Governo. Não porque é um partido de poder, não porque tem clientelas a satisfazer, não pelo valor absoluto da alternância democrática. Independentemente de ganhar ou não as próximas eleições, tem que querer ganhá-las e tem que convencer os portugueses de que tem essa vontade e de que sabe o que quer para lá chegar e quando lá chegar. Os eleitores esperam, exigem, do PSD essa vontade. O eleitorado central, o que decide, tem que ver no PSD uma verdadeira alternativa nas ideias, nas propostas, nos protagonistas. Ler o resto deste artigo »
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ALTERNATIVAS
Publicado em Março 1851, 2009 Sem comentáriosTambém “antigo”. Ainda Correia de Campos era Ministro… Mas não me parece desajustado deste meu arquivo.

Não sei se as ideologias estão mortas. Se vivem, estão na clandestinidade. Se vivem, foram empurradas para a penumbra pela nova “religião”: o pragmatismo.
Em nome do “pragmatismo” tudo se justifica. Em nome do “pragmatismo”, a ausência de ideias, de valores, de princípios, tornou-se não só banal como útil.
Depois do descalabro Bush, exemplo da nova classe política mundial, mal preparada e aventureira, acompanhamos as eleições presidenciais americanas e nada de importante parecia distinguir democratas e republicanos. As discussões mais “excitantes” centraram-se inicialmente na hipótese de, pela primeira vez, a Casa Branca ter por inquilino uma mulher, um negro ou um mórmon. Só lá para o fim se acreditava que Obama podia representar verdadeira mudança.
Ali ao lado, Hugo Chavez é o herdeiro de Fidel Castro, de quem não passa de uma pálida caricatura. Na Europa Ocidental, os líderes notabilizam-se mais pelas vicissitudes das suas vidas pessoais que pelas suas propostas, enquanto a Leste a “evolução” Gorbachev-Ieltsin-Putin é, no mínimo, deprimente.
No próximo ano vamos a votos. Desconfio que os eleitores serão, à imagem dos políticos, “pragmáticos”. Fartos das políticas seguidas durante os actuais mandatos, a dúvida que se lhes colocará, nos dias vêm, é se há verdadeiras alternativas. Estas só se constroem partindo das propostas para os executores, não disfarçando um deserto de ideias através da invenção de protagonistas. Ler o resto deste artigo »
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Curso de Medicina no Algarve? Diga lá Excelência!
Publicado em Março 1836, 2009 Sem comentáriosContinuamos à espera do Hospital Central do Algarve… Nem primeira pedra, já 4 anos passados. De visível apenas várias festas, em salões ou nas tendas da moda, onde apenas se promoveu o Primeiro-Ministro e até se anunciou, como grande novidade, tecnologia para 2013 de que o sector privado já dispõe na Região hoje. Aparentemente vem aí o Curso de Medicina. Ao reler este texto publicado há mais de 2 anos no “Barlavento”, achei piada a o Ministro Mariano Gago. Felizmente o tempo parece desmenti-lo. Tanto quanto às promessas socialistas de José Sócrates relativamente ao Hospital…

Durante os últimos anos temos vindo a alimentar (cidadãos, docentes, responsáveis académicos e políticos algarvios) a esperança na instalação de um Curso de Medicina na Região do Algarve. Esperança legítima fundada nas carências em recursos humanos, na necessidade da ligação dos alunos à região de forma a fomentar a sua fixação, na justiça da atribuição a uma região e à sua Universidade de uma valência que sucessivas decisões políticas têm negado.
Com a política de parcerias publico-privadas no sector da Saúde do anterior Governo, cresceu a expectativa da construção de um Hospital Central que fortaleceria ainda mais esta pretensão. Entre avanços e recuos dos dirigentes socialistas, do Ministro Correia de Campos e do próprio Primeiro-Ministro, a evidência que se acentua, mês após mês, é que o actual Governo não sabe ou não quer responder a uma simples pergunta: vai ou não haver um novo Hospital no Algarve? Ler o resto deste artigo »
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Intervenção na Sessão Solene de 25 de Abril de 2005
Publicado em Março 1137, 2009 Sem comentáriosO que escrevi ou disse no passado, repetiria na íntegra em iguais circunstâncias. Nem tudo diria de igual modo hoje. Somos nós e as nossas circunstâncias…
Dito isto, folheando os “arquivos” de papel, electrónico e da memória conclui que, muitas vezes, vale a pena ler de novo. Quatro anos depois, poderia fazer quase o mesmo discurso.

Permitam-me que assuma o meu entendimento da importância relativa desta solenidade. Entendo que, de todas as iniciativas que ao longo destes dias se realizam, esta é a que menos lembra o espírito do 25 de Abril. Aceitando a inevitabilidade formal e institucional destas cerimónias, não deixa de ser uma ironia histórica que, pelo País fora, se encham salões nobres com aqueles a que se convencionou chamar “as forças vivas” para celebrar o dia em que Povo saiu à rua. Ler o resto deste artigo »



Ao longo dos anos fui publicando, em Jornais e Revistas, crónicas sobre os assuntos que, a cada momento, achava oportuno. Na blogosfera, em reuniões de carácter diverso ou através de breves notas divulguei também posições e opiniões que são parte da minha história. Voltam agora à Net, espero que acompanhadas de escritos mais recentes.
