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Dr. Caldas de Almeida no Forum Portugal de Verdade
Publicado em Junho 2659, 2009 Sem comentáriosI PARTE
II PARTE
III PARTE
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Este Sábado – Entrevista ao Dr. Manuel de Lemos
Publicado em Junho 2357, 2009 Sem comentários
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AS MISERICÓRDIAS E A SAÚDE: COOPERAÇÃO E QUALIDADE
Publicado em Junho 2112, 2009 Sem comentários -
Intervenção na Comissão Parlamentar de Saúde
Publicado em Junho 1827, 2009 Sem comentáriosI PARTE
II PARTE
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Saudação do presidente da UMP aos participantes do IX Congresso Nacional das Misericórdias
Publicado em Junho 408, 2009 Sem comentários -
IX Congresso Nacional das Misericórdias – Programa
Publicado em Maio 3144, 2009 Sem comentários
“MODERNIZAÇÃO E INOVAÇÃO: INSTRUMENTOS DA
SUSTENTABILIDADE E DA QUALIDADE”Funchal – 11, 12 e 13 de JUNHO DE 2009
CENTRO DE CONGRESSOS DO HOTEL CS MADEIRA
11 de JUNHO
15H30 - Sessão solene de abertura
Centro de Congressos do Hotel CS Madeira
Preside Alberto João Jardim, presidente do Governo Regional da Madeira
Intervenções:
Luís Delgado, presidente do Secretariado Executivo do Congresso
Miguel Filipe de Albuquerque, presidente da Câmara Municipal do Funchal
Manuel de Lemos, presidente do Secretariado Nacional da UMP
Vítor Melícias, presidente do Congresso da UMP
D. António Carrilho, bispo do Funchal16H30 - Oração de sapiência – “Os desafios das Misericórdias neste tempo de crise”, por Marcelo Rebelo de Sousa
18H00 - Eucaristia do Corpo de Deus e procissão
Largo do Município, junto à Igreja do Colégio
Preside D. António Carrilho, bispo do Funchal
12 de JUNHO
09H30 – “Empreendedorismo e empregabilidade nas Misericórdias”
Preside Fernando Medina, secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional*
Moderador: Amadeu Morais, provedor da Misericórdia de Espinho
Oradores:
Jaime Falcão, Grupo SEMAPA
Pedro Lynce, provedor da Misericórdia de Alcácer do Sal
Bento Morais, provedor da Misericórdia de Vila Verde
João Lobão, consultor da AEP para o Terceiro Sector
11H00 - Pausa café11H30 – “Novas Respostas Sociais – Qualidade e Inovação”
Preside Pedro Marques, secretário de Estado da Segurança Social
Moderador: Joaquim Morão, provedor da Misericórdia de Idanha-a-Nova
Oradores:
Carlos Andrade, Secretariado Nacional da UMP
Cristina Farinha Ferreira, provedora da Misericórdia da Amadora
José Dias Coimbra, provedor da Misericórdia de Arganil
Pedro Fraga, administrador da F3M13H00 – Almoço Volante – Hotel CS Madeira
15H00 – “As Misericórdias e a Saúde – Cooperação e Qualidade”
Preside Ana Jorge, ministra da Saúde*
Moderador: Arlindo Maia, provedor da Misericórdia de Vila do Conde
Oradores:
Carlos Monjardino, presidente da Fundação para a Saúde
Maria José Nogueira Pinto, Fundação Calouste Gulbenkian
João Amado, vice-provedor da Misericórdia de Portimão
16H30 – Pausa café17H00 – “A Missão das Misericórdias perante a comunidade e o Estado”
Preside Ângelo Correia, presidente do Grupo Fomentinvest
Moderador: Jorge Nunes, presidente do Conselho Fiscal
Oradores:
Fernando Cardoso Ferreira, provedor da Misericórdia de Setúbal
Raul Alexandre de Riba D’Ave, provedor da Misericórdia de Riba D’Ave
António Tavares, vice-provedor da Misericórdia do Porto
13 de JUNHO
09H30 – “Sustentabilidade e Gestão: Uma oportunidade para as Misericórdias”
Preside Bernardo Reis, provedor da Misericórdia de Braga
Moderador: António da Fonseca Marcos, provedor da Misericórdia de Angra do Heroísmo
Oradores:
Ricardo Salgado, presidente do Conselho de Administração do BES
Horácio Roque, presidente do Conselho de Administração do BANIF
Helena Reis, presidente de Centro de Investigação para o Terceiro sector
Humberto Carneiro, provedor da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso11H00 – Pausa café
11H30 - Leitura das conclusões
Rui Rebelo, secretário-geral do Congresso11H45 - Entrega de condecorações
12H15 - Sessão solene de encerramento
Preside Vítor Melícias, presidente do Congresso da UMP
Intervenções:
Luís Delgado, presidente do Secretariado Executivo do Congresso
Manuel de Lemos, presidente do Secretariado Nacional
D. António Carrilho, bispo do Funchal
José Vieira da Silva, ministro do Trabalho e da Solidariedade Social -
Dr. Manuel de Lemos em entrevista
Publicado em Maio 2623, 2009 Sem comentários -
As virgens pudicas do Medicamento
Publicado em Maio 404, 2009 Sem comentários
Publicado na edição de Maio da Revista Algarve Mais
As discussões à volta da Política do Medicamento, as mais recentes e as já bem antigas, parecem retiradas de histórias renascentistas. Heróis e heroínas, cavaleiros andantes e donzelas, cuja única preocupação é o doente. Este, coitado, nem se apercebe, talvez porque toldado pelas maleitas que o tomaram, da bondade e generosidade de alguns políticos, industriais, comerciantes, chirurgioes e boticários.
Os personagens recorrentes raramente dizem o que pensam e, ainda menos, fazem o que devem. Tratam de negócios nas alturas em que deviam pensar na Saúde, falam de Saúde para melhor tratar dos negócios. Para que não haja equívocos, na sua maioria negócios legítimos conduzidos por pessoas respeitáveis. Mas onde há negócio, há dinheiro. Neste caso muito dinheiro. Onde há muito dinheiro, costuma haver ganância e gente disposta a ter o seu quinhão vendendo a alma ao diabo.
À custa deste negócio de milhões, o Estado demite-se de algumas das suas funções. Se a Indústria Farmacêutica paga Congressos e Jornadas a Médicos, Farmacêuticos, Enfermeiros, para quê gastar um tostão com a Formação Contínua dos Profissionais de Saúde? Melhor ainda, o Estado nem se dá ao trabalho de tentar regular e fiscalizar. As organizações de classe que o façam…
No meio destes jogos florais é o Governo, este Governo (o que prometeu mundos e fundos), o principal responsável pela “rebaldaria” que se instalou. Ao não cumprir as suas promessas, ao não avançar pela prescrição por DCI, ao titubear na defesa da relação médico-doente, ao não perceber que os apetites vorazes pelo vil metal se deslocam ao sabor das oportunidades, deixou que a ANF fizesse das leis vigentes tábua rasa, com direito a telejornais, anúncios, propaganda e muita demagogia. Ler o resto deste artigo »
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Adeus à cardioversão eléctrica na fibrilhação auricular?
Publicado em Abril 259, 2009 Sem comentários
Um artigo interessante do Professor David A Fitzmaurice: “Goodbye to Electrical Cardioversion for Atrial Fibrillation?”
Chamando a este tema uma das “vacas sagradas” da Medicina, faz uma revisão das conclusões de alguns estudos, designadamente AFFIRM e de Roy e outros, lançando aquela dúvida.Conclui que, em inglês copiado e colado, “to my mind, cardioversion should no longer be offered routinely to patients with atrial fibrillation. The only clinical scenarios where it may be a useful intervention are for patients presenting acutely, within 24 hours of onset, or for patients who are very symptomatic despite medical therapy”.
O título do artigo cumpre a sua função. Provoca, força-nos a ler o conteúdo e leva-nos a questionar os pressupostos e as conclusões. A literatura médica não tem que ser maçadora para ser levada a sério.Imagem Istockphoto
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Deolinda no top europeu
Publicado em Abril 256, 2009 Sem comentáriosA propósito das notícias que nos dão conta do sucesso do grupo além fronteiras, uma música com dedicatória à equipa multidisciplinar das “minhas” Unidades de Cuidados Continuados.
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Centenas de mortes suspeitas em hospital.Reino Unido: primeiro-ministro já apresentou as desculpas do governo
Publicado em Março 1825, 2009 Sem comentários
Extracto da notícia IOL:
“Alguns pacientes eram deixados ao abandono horas a fio, em camas sujas e algumas vezes em sofrimento atroz. A triagem dos doentes chegados às urgências era por vezes efectuada por recepcionistas sem experiência médica. Monitores cardíacos eram desligados porque as enfermeiras não sabiam utilizá-los.
A filha de uma antiga paciente falou de condições próprias de um «hospital do terceiro mundo».
De acordo com a Comissão, o número dos mortos no hospital foi de 400 a 1200 pessoas, entre 2005 e 2008. O estabelecimento é gerido por uma fundação do sistema de saúde pública britânica.”Uma notícia aterradora e preocupante. Apesar dos defeitos, o Serviço Nacional de Saúde britânico não parecia susceptível à existência de tal atrocidade.
Preocupante também porque nos faz pensar sobre a incapacidade de detectar e corrigir atempadamente estes factos. Preocupante para todos, lá como cá, em particular para os que exercem funções de chefia. Seria possível que os olhos de todos e cada um de nós não vissem imagens semelhantes, caso elas ocorressem nas nossas unidades? -
Curso de Medicina no Algarve? Diga lá Excelência!
Publicado em Março 1836, 2009 Sem comentáriosContinuamos à espera do Hospital Central do Algarve… Nem primeira pedra, já 4 anos passados. De visível apenas várias festas, em salões ou nas tendas da moda, onde apenas se promoveu o Primeiro-Ministro e até se anunciou, como grande novidade, tecnologia para 2013 de que o sector privado já dispõe na Região hoje. Aparentemente vem aí o Curso de Medicina. Ao reler este texto publicado há mais de 2 anos no “Barlavento”, achei piada a o Ministro Mariano Gago. Felizmente o tempo parece desmenti-lo. Tanto quanto às promessas socialistas de José Sócrates relativamente ao Hospital…

Durante os últimos anos temos vindo a alimentar (cidadãos, docentes, responsáveis académicos e políticos algarvios) a esperança na instalação de um Curso de Medicina na Região do Algarve. Esperança legítima fundada nas carências em recursos humanos, na necessidade da ligação dos alunos à região de forma a fomentar a sua fixação, na justiça da atribuição a uma região e à sua Universidade de uma valência que sucessivas decisões políticas têm negado.
Com a política de parcerias publico-privadas no sector da Saúde do anterior Governo, cresceu a expectativa da construção de um Hospital Central que fortaleceria ainda mais esta pretensão. Entre avanços e recuos dos dirigentes socialistas, do Ministro Correia de Campos e do próprio Primeiro-Ministro, a evidência que se acentua, mês após mês, é que o actual Governo não sabe ou não quer responder a uma simples pergunta: vai ou não haver um novo Hospital no Algarve? Ler o resto deste artigo »
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João Moleiro
Publicado em Março 1824, 2009 Sem comentáriosPublicado na Revista Algarve Mais, Março 2009
O exercício da Medicina também passa por aproveitar espaços como este. Habitualmente para fazer chegar, a um vasto número de leitores, informação que permita prevenir doenças, ou apressar o seu tratamento e cura. Mas, apesar de todos os avanços no conhecimento científico, ao Médico por vezes não resta outra alternativa que tentar controlar sintomas, promover a qualidade de vida e atenuar o sofrimento. Há patologias impossíveis de prever e prevenir, doenças extremamente difíceis de diagnosticar e inúmeras situações cuja cura ainda desconhecemos.O texto que vos trago este mês é uma “republicação” com algumas alterações de algo que produzi para o Jornal de Portimão. Sem qualquer juízo de menor apreço por aquele órgão de informação local, o meu dia-a-dia junto de doentes e profissionais de saúde do Hospital Particular do Algarve/Hospital de São Camilo e na Santa Casa da Misericórdia de Portimão recorda-me constantemente a importância de alguns Médicos que moldaram a minha formação profissional. Ter ao meu dispor as páginas da Algarve Mais e não aproveitar para repetir e reforçar a importância de alguns desses Mestres e ensinamentos seria um desperdício.
Há uma “crença” comum, partilhada também por muitos profissionais de saúde, de que o “segredo” do diagnóstico está nos exames complementares. Quanto maior o número de exames solicitado, quanto maior a sua complexicidade, mais fácil de tornaria o diagnóstico. Admito que, em muitos casos, assim será. Mas o diagnóstico, principalmente das doenças menos comuns, não é uma lotaria em que as hipóteses de acertar são directamente proporcionais ao número de “bilhetes” (leia-se exames) comprados. De que serve dar a alguém muitas instruções, mapas, até um GPS, se esse alguém não sabe onde está nem para onde quer ir? Ler o resto deste artigo »
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UMA REDE DE CUMPLICIDADES
Publicado em Março 1116, 2009 Sem comentários
Publicado na Revista Algarve Mais, Dezembro 2008
A Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados envolve milhares de colaboradores, na coordenação, nos hospitais, nas unidades de internamento ou no apoio domiciliário. Há dois anos, alguns estavam já a prestar cuidados de saúde, outros a trabalhar na área da solidariedade social, nas Misericórdias e IPSS, muitos ainda a estudar. Tínhamos histórias e objectivos diversos na vida. Estou convicto que uma boa parte de nós desejava, já nessa altura, ver desenhada e construída uma rede de cuidados e de afectos dirigida aos doentes idosos, aos dependentes, aos que careciam de reabilitação, cuidados médicos, higiene, conforto e carinho.
Alguns tinham já passado pelo exercício de funções no poder central, nos organismos desconcentrados ou no poder local. Tinham colaborado e trabalhado em projectos da responsabilidade dos ex-ministros Maria de Belém ou Luís Filipe Pereira, por exemplo. E os que por aí passaram ficaram a querer mais. Entre muitos outros, foi o meu caso. Acompanhei de perto, primeiro enquanto membro do Conselho de Administração da ARS Algarve e depois enquanto Director Clínico da Santa Casa da Misericórdia de Portimão, o arranque dos acordos celebrados entre a União das Misericórdias e o Ministério da Saúde (no período do Governo PSD/CDS, sob o impulso do Dr. Luís Filipe Pereira).
Outros tinham já dado o melhor de si, nas Misericórdias e outras IPSS, em projectos embrionários que assegurassem uma continuidade de cuidados. E também estes ficaram a querer mais. Ler o resto deste artigo »
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A MISERICÓRDIA E O HOSPITAL DE SÃO CAMILO
Publicado em Março 1002, 2009 Sem comentários
Ao longo das últimas semanas tenho sido frequentemente questionado sobre o Hospital de São Camilo.
“Então a Misericórdia vendeu o seu Hospital ao Hospital Particular?” Esta é, talvez, a questão que mais frequentemente me têm colocado. Isto quando a colocam, porque já me aconteceu ser confrontado com o anúncio formal e solene das mais variadas “verdades” absolutas sobre os últimos desenvolvimentos da Saúde portimonense.
A determinado ponto decidi, já que o Director do Jornal de Portimão permite que as minhas crónicas não tenham mote obrigatório, usar o espaço deste número para alguns esclarecimentos.
Tenho a sorte, infelizmente cada vez mais rara, de trabalhar no que gosto, onde gosto, com quem gosto. Chame-se Hospital Distrital de Portimão, Hospital da Misericórdia de Portimão ou Hospital de São Camilo, aquele é o meu Hospital. Ler o resto deste artigo »



Ao longo dos anos fui publicando, em Jornais e Revistas, crónicas sobre os assuntos que, a cada momento, achava oportuno. Na blogosfera, em reuniões de carácter diverso ou através de breves notas divulguei também posições e opiniões que são parte da minha história. Voltam agora à Net, espero que acompanhadas de escritos mais recentes.
