Cartas de Alcalar
Crónicas e outros textos. Saúde, Política, Algarve, Vida.-
Apresentação no IX Congresso da União das Misericórdias Portuguesas
Publicado em Junho 1848, 2009 Sem comentários
“As Misericórdias e a Saúde – Cooperação e Qualidade”
III PAINEL
Preside:
Dra. Ana Jorge – Ministra da Saúde *
Moderador:
Eng. Arlindo Maia – Provedor da Misericórdia de Vila do Conde
Oradores:
Dr. Carlos Monjardino – Presidente da Fundação para a Saúde
Dra. Maria José Nogueira Pinto – Consultora da Fundação Calouste Gulbenkian
Dr. João Amado – Vice-Provedor da Misericórdia de Portimão -
Saudação do presidente da UMP aos participantes do IX Congresso Nacional das Misericórdias
Publicado em Junho 408, 2009 Sem comentários -
Europeus? Nós?
Publicado em Maio 3120, 2009 Sem comentários
Publicado na edição de Junho da Revista Algarve MaisNós, europeus.
Com as campanhas eleitorais chegam as palavras de ordem e os slogans, as frases e as não frases. Em muitos casos privadas de originalidade, noutros plenas de excentricidade.
O PS enveredou, nesta pré-campanha, por uma afirmação que só se compreende se o objetivo não for motivar os eleitores a votar. Aliás, o cartaz que lhe dá corpo é tão desinteressante como o cabeça de lista. Parecem saídos da mente de um fervoroso adepto da velha máxima de que mais vale que falem mal…
O cartaz e a frase lembram Johnny Weissmuller (um europeu que conheceu o sucesso em Hollywood). Lembram o mais famoso Tarzan a bater no peito e a exclamar “me Tarzan, you Jane”.
Nós, europeus. Nós a assinar a adesão. Nós a aderir ao euro. Nós a negociar o tratado de Lisboa. Só falta o cartaz inspirado nas aventuras de Edgar Rice Burroughs: eles, Sócrates e Moreira, por entre gritos e orgulhosas pancadas no peito, a afirmarem-se únicos europeus legítimos.
Na interpretação mais suave, o PS pretende ser mais europeu que os outros partidos. Numa leitura mais vasta, o PS pretende que nós, portugueses, sejamos hoje tão orgulhosamente europeus como antes éramos orgulhosamente sós. É o socialismo em versão xenófoba. “Nós, europeus” afirmam eles com satisfação. Se, como é óbvio, não querem limitar-se a uma mera constatação geográfica ou histórica, a satisfação é uma questão civilizacional. São europeus, não são africanos nem asiáticos. Estão satisfeitos porque são melhores…
Numa Nação que se afirmou pelo período das Descobertas, pela presença secular dos portugueses nos quatro cantos do mundo e pela marcante emigração e imigração, aquele “orgulho” europeu é redutor do papel da Nação e dos portugueses.
Portugal é um país de europeus, de africanos, de americanos, de asiáticos. Muitos de nós somos, porque aqui nascemos, europeus. Outros, porque nasceram em Angola, no Brasil ou em Timor, não o são. Afirmar “nós, europeus” é excluir estes últimos. E não venham, numa atitude paternalista e com vestígios coloniais, incluir todos naquela afirmação.
Conduzir uma campanha a partir de frases feitas e de lugares comuns é evitar que se discuta a Europa. Esta está muito longe de ser a Europa dos Cidadãos de que muitos falam. Atualmente é uma União de Estados, sem política externa comum e a falar a várias vozes. Na realidade, em termos práticos, a transformação da Comunidade Económica Europeia em União Europeia foi pouco mais que uma operação de cosmética aos olhos do cidadão europeu. Falamos dos fundos comunitários, da política agrícola comum, da intervenção no setor das pescas, da moeda única. Ignoramos a política externa, a segurança, a harmonização salarial, as desigualdades sociais. A esta Europa, e a estas eleições, aplica-se em pleno a frase tornada célebre por um assessor de Bill Clinton durante uma das suas campanhas presidenciais: “It’s the economy, stupid!”.
“Não desista somos todos precisos”. Ora aí está outra frase a merecer reflexão. Não tenho dúvidas que outros a farão…
Nós, algarvios.
Quem está satisfeito com a subida à primeira divisão (assim, à moda antiga) da equipa de futebol do Olhanense? Nós, algarvios. Pelo menos aqueles que vão em futebóis, entre os quais me incluo. Para compensar o terceiro lugar do “meu” Benfica, só mesmo a vitória do Olhanense na Liga de Honra.
Nos últimos anos, o Olhanense habituou-nos a um trabalho consistente, persistente e com discrição quanto baste. É justo que tenha dado frutos.
A satisfação de sabor regionalista, no meu caso, é ultrapassada por um maior contentamento de âmbito pessoal e familiar. A minha costela olhanense alegra-se em particular pelo prazer que este feito trará à minha tia Maria de Deus. A mais ferrenha dos olhanenses da família, atleta da primeira equipa feminina de basquetebol do clube em 1964, está a saborear este feito como poucos. Só por isso já valia a pena ir em futebóis.
Nós, algarvios.
Quem tem razões para celebrar os 13 anos do Hospital Particular do Algarve? Nós, algarvios. Inaugurada a 13 de Maio de 1996, a unidade hospitalar de Alvor é hoje uma referência na Saúde algarvia e a base para o crescimento do Grupo HPA. Nas áreas da Cardiologia, da Urologia, da Imagiologia, da Cirurgia e tantas outras, o HPA tem estado na vanguarda em termos regionais, recebendo o reconhecimento dos próprios pares do setor da hospitalização privada nacional. Em tempo de crise, de aumento do desemprego, de diminuição de investimento, o Hospital Particular está prestes a colocar em funcionamento a unidade hospitalar de Faro. O novo Hospital, em Gambelas, disporá da mais avançada tecnologia e dos melhores profissionais, criará dezenas de postos de trabalho, dinamizará a atividade económica e reforçará a imagem da Região junto dos operadores e agentes do setor do turismo.
Este é também o ano da consolidação da unidade de Portimão, Hospital de São Camilo, como parceiro de qualidade de seguradoras e subsistemas de saúde e alternativa de prestação de cuidados aos doentes do concelho e da região.
Ao longo de 13 anos são vários os responsáveis pelo sucesso do grupo. Os administradores, os dirigentes, os funcionários e colaboradores, os parceiros institucionais e, principalmente, os doentes que têm confiado no HPA.
A amizade e as relações pessoais e profissionais não me devem impedir de, publicamente, dirigir os meus parabéns ao Presidente do Conselho de Administração, Dr. João Bacalhau, e a todos os funcionários e colaboradores na pessoa do Dr. Luís Miguel Farinha, Diretor Administrativo. Venham mais treze.
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IX Congresso Nacional das Misericórdias – Programa
Publicado em Maio 3144, 2009 Sem comentários
“MODERNIZAÇÃO E INOVAÇÃO: INSTRUMENTOS DA
SUSTENTABILIDADE E DA QUALIDADE”Funchal – 11, 12 e 13 de JUNHO DE 2009
CENTRO DE CONGRESSOS DO HOTEL CS MADEIRA
11 de JUNHO
15H30 - Sessão solene de abertura
Centro de Congressos do Hotel CS Madeira
Preside Alberto João Jardim, presidente do Governo Regional da Madeira
Intervenções:
Luís Delgado, presidente do Secretariado Executivo do Congresso
Miguel Filipe de Albuquerque, presidente da Câmara Municipal do Funchal
Manuel de Lemos, presidente do Secretariado Nacional da UMP
Vítor Melícias, presidente do Congresso da UMP
D. António Carrilho, bispo do Funchal16H30 - Oração de sapiência – “Os desafios das Misericórdias neste tempo de crise”, por Marcelo Rebelo de Sousa
18H00 - Eucaristia do Corpo de Deus e procissão
Largo do Município, junto à Igreja do Colégio
Preside D. António Carrilho, bispo do Funchal
12 de JUNHO
09H30 – “Empreendedorismo e empregabilidade nas Misericórdias”
Preside Fernando Medina, secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional*
Moderador: Amadeu Morais, provedor da Misericórdia de Espinho
Oradores:
Jaime Falcão, Grupo SEMAPA
Pedro Lynce, provedor da Misericórdia de Alcácer do Sal
Bento Morais, provedor da Misericórdia de Vila Verde
João Lobão, consultor da AEP para o Terceiro Sector
11H00 - Pausa café11H30 – “Novas Respostas Sociais – Qualidade e Inovação”
Preside Pedro Marques, secretário de Estado da Segurança Social
Moderador: Joaquim Morão, provedor da Misericórdia de Idanha-a-Nova
Oradores:
Carlos Andrade, Secretariado Nacional da UMP
Cristina Farinha Ferreira, provedora da Misericórdia da Amadora
José Dias Coimbra, provedor da Misericórdia de Arganil
Pedro Fraga, administrador da F3M13H00 – Almoço Volante – Hotel CS Madeira
15H00 – “As Misericórdias e a Saúde – Cooperação e Qualidade”
Preside Ana Jorge, ministra da Saúde*
Moderador: Arlindo Maia, provedor da Misericórdia de Vila do Conde
Oradores:
Carlos Monjardino, presidente da Fundação para a Saúde
Maria José Nogueira Pinto, Fundação Calouste Gulbenkian
João Amado, vice-provedor da Misericórdia de Portimão
16H30 – Pausa café17H00 – “A Missão das Misericórdias perante a comunidade e o Estado”
Preside Ângelo Correia, presidente do Grupo Fomentinvest
Moderador: Jorge Nunes, presidente do Conselho Fiscal
Oradores:
Fernando Cardoso Ferreira, provedor da Misericórdia de Setúbal
Raul Alexandre de Riba D’Ave, provedor da Misericórdia de Riba D’Ave
António Tavares, vice-provedor da Misericórdia do Porto
13 de JUNHO
09H30 – “Sustentabilidade e Gestão: Uma oportunidade para as Misericórdias”
Preside Bernardo Reis, provedor da Misericórdia de Braga
Moderador: António da Fonseca Marcos, provedor da Misericórdia de Angra do Heroísmo
Oradores:
Ricardo Salgado, presidente do Conselho de Administração do BES
Horácio Roque, presidente do Conselho de Administração do BANIF
Helena Reis, presidente de Centro de Investigação para o Terceiro sector
Humberto Carneiro, provedor da Misericórdia da Póvoa de Lanhoso11H00 – Pausa café
11H30 - Leitura das conclusões
Rui Rebelo, secretário-geral do Congresso11H45 - Entrega de condecorações
12H15 - Sessão solene de encerramento
Preside Vítor Melícias, presidente do Congresso da UMP
Intervenções:
Luís Delgado, presidente do Secretariado Executivo do Congresso
Manuel de Lemos, presidente do Secretariado Nacional
D. António Carrilho, bispo do Funchal
José Vieira da Silva, ministro do Trabalho e da Solidariedade Social -
Dr. Manuel de Lemos em entrevista
Publicado em Maio 2623, 2009 Sem comentários -
Três posts do coração…
Publicado em Maio 1544, 2009 Sem comentários -
Publicado em Maio 1530, 2009 Sem comentários
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Publicado em Maio 1521, 2009 Sem comentários
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As virgens pudicas do Medicamento
Publicado em Maio 404, 2009 Sem comentários
Publicado na edição de Maio da Revista Algarve Mais
As discussões à volta da Política do Medicamento, as mais recentes e as já bem antigas, parecem retiradas de histórias renascentistas. Heróis e heroínas, cavaleiros andantes e donzelas, cuja única preocupação é o doente. Este, coitado, nem se apercebe, talvez porque toldado pelas maleitas que o tomaram, da bondade e generosidade de alguns políticos, industriais, comerciantes, chirurgioes e boticários.
Os personagens recorrentes raramente dizem o que pensam e, ainda menos, fazem o que devem. Tratam de negócios nas alturas em que deviam pensar na Saúde, falam de Saúde para melhor tratar dos negócios. Para que não haja equívocos, na sua maioria negócios legítimos conduzidos por pessoas respeitáveis. Mas onde há negócio, há dinheiro. Neste caso muito dinheiro. Onde há muito dinheiro, costuma haver ganância e gente disposta a ter o seu quinhão vendendo a alma ao diabo.
À custa deste negócio de milhões, o Estado demite-se de algumas das suas funções. Se a Indústria Farmacêutica paga Congressos e Jornadas a Médicos, Farmacêuticos, Enfermeiros, para quê gastar um tostão com a Formação Contínua dos Profissionais de Saúde? Melhor ainda, o Estado nem se dá ao trabalho de tentar regular e fiscalizar. As organizações de classe que o façam…
No meio destes jogos florais é o Governo, este Governo (o que prometeu mundos e fundos), o principal responsável pela “rebaldaria” que se instalou. Ao não cumprir as suas promessas, ao não avançar pela prescrição por DCI, ao titubear na defesa da relação médico-doente, ao não perceber que os apetites vorazes pelo vil metal se deslocam ao sabor das oportunidades, deixou que a ANF fizesse das leis vigentes tábua rasa, com direito a telejornais, anúncios, propaganda e muita demagogia. Ler o resto deste artigo »
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Postura de estadistas… A Rainha, Berlusconi e os outros.
Publicado em Abril 445, 2009 Sem comentáriosSó se fala da gaffe de Berlusconi e da reacção da Rainha. Pior é a postura generalizada dos “senhores do mundo”. Riem de quê?
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Verdes anos
Publicado em Abril 344, 2009 Sem comentáriosMargarida Tengarrinha afirmou hoje na RTP que, até morrer, acreditava e lutava por um Portugal socialista a caminho do comunismo. Num tempo em que são poucos os que mostram ter convicções eu, que acredito num Portugal muito diferente, gostei do modo firme e orgulhoso como se afirmou comunista, após 8 décadas de vida e cerca de meio século de militância no PCP.
Para ela, Carlos Paredes e Verdes Anos. -
Portimão em diferido!
Publicado em Abril 330, 2009 Sem comentáriosArtigo do Vereador Pedro Martins no jornal Barlavento.
Uma voz no deserto. Vale a pena ler e pensar o futuro de Portimão e do PSD local, depois do “consulado” do Presidente socialista Manuel da Luz.

Escrevo este artigo depois de ter lido a edição de Março de 2009 do jornal municipal «Portimão em directo», e escrevo porque me parece que o Partido Socialista perdeu completamente o pudor; a este jornal municipal, pago com o dinheiro de todos nós, só falta o símbolo do Partido Socialista na capa, porque de resto todo o seu conteúdo é uma ode ao executivo socialista da Câmara Municipal de Portimão.
Acho admissível que a autarquia informe os seus munícipes das suas actividades, mas já não me parece correcto que se faça parangonas de primeira página, em auto elogio eufórico, anunciando algumas medidas de apoio social.
Primeiro, porque o apoio social é uma obrigação da Câmara, e depois porque, apesar de algum reforço nas verbas destinadas ao apoio social (o que quero acreditar nada ter a ver com o período eleitoral que se avizinha), estas continuam a ser insuficientes e representam uma percentagem quase insignificante do orçamento do município, nomeadamente quando comparadas com outras rubricas orçamentais, como por exemplo as relacionadas com eventos, e com marketing e publicidade, consubstanciadas principalmente através das transferências entre administrações (empresas municipais). Ler o resto deste artigo »
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Adeus à cardioversão eléctrica na fibrilhação auricular?
Publicado em Abril 259, 2009 Sem comentários
Um artigo interessante do Professor David A Fitzmaurice: “Goodbye to Electrical Cardioversion for Atrial Fibrillation?”
Chamando a este tema uma das “vacas sagradas” da Medicina, faz uma revisão das conclusões de alguns estudos, designadamente AFFIRM e de Roy e outros, lançando aquela dúvida.Conclui que, em inglês copiado e colado, “to my mind, cardioversion should no longer be offered routinely to patients with atrial fibrillation. The only clinical scenarios where it may be a useful intervention are for patients presenting acutely, within 24 hours of onset, or for patients who are very symptomatic despite medical therapy”.
O título do artigo cumpre a sua função. Provoca, força-nos a ler o conteúdo e leva-nos a questionar os pressupostos e as conclusões. A literatura médica não tem que ser maçadora para ser levada a sério.Imagem Istockphoto
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Deolinda no top europeu
Publicado em Abril 256, 2009 Sem comentáriosA propósito das notícias que nos dão conta do sucesso do grupo além fronteiras, uma música com dedicatória à equipa multidisciplinar das “minhas” Unidades de Cuidados Continuados.
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Rui André candidato à Presidência da Câmara de Monchique
Publicado em Abril 216, 2009 Sem comentários
Tem vontade, disponibilidade, currículo e ambição. Fomos cúmplices noutras lutas… seremos também nesta.
Na minha terra, é tempo de união e de apoio ao Cidadão, que efectivamente exerce os direitos e os deveres de cidadania, e ao militante do PSD com provas dadas.
Vai ser bom voltar a fazer campanha com o Rui. Depois das últimas legislativas e do apoio que ele me deu nas autárquicas em Portimão, cabe-me a feliz tarefa de retribuir esse apoio.
Da nota de imprensa do PSD Algarve:
“Rui André, nasceu há 34 anos em Monchique, onde sempre residiu.
Academicamente, é licenciado em Educação Visual e Tecnológica, professor de profissão. Do seu currículo, constam a frequência na Pós-Graduação em Arqueologia e Património; um diploma em Design Gráfico e Comunicação; um curso de especialização em “Educação Artística”;um curso de especialização em Educação Especial e Terapia de Arte; frequência de um Master Internacional de Criatividade Aplicada Total e ainda uma série de Acções de Formação e Cursos de interesse pessoal, nas áreas do Património, da Arquitectura, Ambiente e Ordenamento do Território e um Curso de Estudos Políticos Aprofundados da Universidade de Verão 2003, promovido pelo P.S.D., J.S.D. e pelo Instituto Francisco Sá Carneiro.
Do seu currículo de funções públicas, destacam-se: Dirigente da Associação de Estudantes da Escola Superior de Educação de Beja e Federação Académica do Baixo Alentejo; candidato à presidência da Junta de Freguesia de Monchique; Deputado à Assembleia de Freguesia de Monchique; Vereador da Câmara Municipal de Monchique; Candidato à Assembleia da República nas Eleições Legislativas de 2005.
No âmbito partidário, ressalta a liderança da Juventude Social Democrata de Monchique; Vice-presidência da Comissão Política Distrital da JSD Algarve e a Presidência da Comissão Política de Secção do PSD Monchique, funções que desempenha actualmente;
No seu envolvimento com a sociedade civil, preside às assembleias-gerais da Associação “Danciarte” Grupo de Recolha e Difusão Cultural de Monchique; da Associação Ambiental “A Nossa Terra” ONGA de Monchique; da Associação “Monchique Montanha Clube” de Monchique sendo ainda Vice-Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Monchique (desde 2005).”



Ao longo dos anos fui publicando, em Jornais e Revistas, crónicas sobre os assuntos que, a cada momento, achava oportuno. Na blogosfera, em reuniões de carácter diverso ou através de breves notas divulguei também posições e opiniões que são parte da minha história. Voltam agora à Net, espero que acompanhadas de escritos mais recentes.
