Crónicas e outros textos. Saúde, Política, Algarve, Vida.
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  • A foto do Barlavento… um abraço sem palavras.

    Publicado em Outubro 1600, 2009 João Amado Sem comentários

    1255614908Rui André com João Amado

  • Monchique Laranja. Obrigado Rui André!

    Publicado em Outubro 1225, 2009 João Amado Sem comentários

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  • Dr. Caldas de Almeida no Forum Portugal de Verdade

    Publicado em Junho 2659, 2009 João Amado Sem comentários

    I PARTE

    II PARTE

    III PARTE

  • Portimão em diferido!

    Publicado em Abril 330, 2009 João Amado Sem comentários

    Artigo do Vereador Pedro Martins no jornal Barlavento.

    Uma voz no deserto. Vale a pena ler e pensar o futuro de Portimão e do PSD local, depois do “consulado” do Presidente socialista Manuel da Luz.

    Escrevo este artigo depois de ter lido a edição de Março de 2009 do jornal municipal «Portimão em directo», e escrevo porque me parece que o Partido Socialista perdeu completamente o pudor; a este jornal municipal, pago com o dinheiro de todos nós, só falta o símbolo do Partido Socialista na capa, porque de resto todo o seu conteúdo é uma ode ao executivo socialista da Câmara Municipal de Portimão.

    Acho admissível que a autarquia informe os seus munícipes das suas actividades, mas já não me parece correcto que se faça parangonas de primeira página, em auto elogio eufórico, anunciando algumas medidas de apoio social.

    Primeiro, porque o apoio social é uma obrigação da Câmara, e depois porque, apesar de algum reforço nas verbas destinadas ao apoio social (o que quero acreditar nada ter a ver com o período eleitoral que se avizinha), estas continuam a ser insuficientes e representam uma percentagem quase insignificante do orçamento do município, nomeadamente quando comparadas com outras rubricas orçamentais, como por exemplo as relacionadas com eventos, e com marketing e publicidade, consubstanciadas principalmente através das transferências entre administrações (empresas municipais). Ler o resto deste artigo »

  • Rui André candidato à Presidência da Câmara de Monchique

    Publicado em Abril 216, 2009 João Amado Sem comentários

    ra1

    Tem vontade, disponibilidade, currículo e ambição. Fomos cúmplices noutras lutas… seremos também nesta.

    Na minha terra, é tempo de união e de apoio ao Cidadão, que efectivamente exerce os direitos e os deveres de cidadania, e ao militante do PSD com provas dadas.

    Vai ser bom voltar a fazer campanha com o Rui. Depois das últimas legislativas e do apoio que ele me deu nas autárquicas em Portimão, cabe-me a feliz tarefa de retribuir esse apoio.

    Da nota de imprensa do PSD Algarve:

    “Rui André, nasceu há 34 anos em Monchique, onde sempre residiu.

    Academicamente, é licenciado em Educação Visual e Tecnológica, professor de profissão. Do seu currículo, constam a frequência na Pós-Graduação em Arqueologia e Património; um diploma em Design Gráfico e Comunicação; um curso de especialização em “Educação Artística”;um curso de especialização em Educação Especial e Terapia de Arte; frequência de um Master Internacional de Criatividade Aplicada Total e ainda uma série de Acções de Formação e Cursos de interesse pessoal, nas áreas do Património, da Arquitectura, Ambiente e Ordenamento do Território e um Curso de Estudos Políticos Aprofundados da Universidade de Verão 2003, promovido pelo P.S.D., J.S.D. e pelo Instituto Francisco Sá Carneiro.

    Do seu currículo de funções públicas, destacam-se: Dirigente da Associação de Estudantes da Escola Superior de Educação de Beja e Federação Académica do Baixo Alentejo; candidato à presidência da Junta de Freguesia de Monchique; Deputado à Assembleia de Freguesia de Monchique; Vereador da Câmara Municipal de Monchique; Candidato à Assembleia da República nas Eleições Legislativas de 2005.

    No âmbito partidário, ressalta a liderança da Juventude Social Democrata de Monchique; Vice-presidência da Comissão Política Distrital da JSD Algarve e a Presidência da Comissão Política de Secção do PSD Monchique, funções que desempenha actualmente;

    No seu envolvimento com a sociedade civil, preside às assembleias-gerais da Associação “Danciarte” Grupo de Recolha e Difusão Cultural de Monchique; da Associação Ambiental “A Nossa Terra” ONGA de Monchique; da Associação “Monchique Montanha Clube” de Monchique sendo ainda Vice-Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Monchique (desde 2005).”

  • O Dever do PSD

    Publicado em Março 2914, 2009 João Amado Sem comentários

    manuela

    Publicado na Revista Algarve Mais Foto RTP

    São os governos que perdem as eleições e não as oposições que as ganham. Esta é uma frase feita, habitualmente aceite como traduzindo uma verdade quase absoluta.

    As últimas décadas em Portugal parecem dar razão aquela afirmação. A desagregação da AD após a morte de Francisco Sá Carneiro, o fim anunciado à nascença do Bloco Central, o tabu de Aníbal Cavaco Silva, o pântano de António Guterres ou o abandono de Durão Barroso influenciaram mais a alternância no poder do que o trabalho das oposições.

    Olhando aqueles exemplos em retrospectiva e o comportamento recente do PSD, fica-nos a ideia que a conduta e muitas das escolhas deste Partido são condicionadas pela “esperança” de que, mais cedo ou mais tarde, o PS lhe entregue o poder. Ao alimentar esta expectativa, o PSD tem abdicado de ser Oposição. Com líderes melhor ou pior aceites pela Comunicação Social, com discursos de variável intensidade, com propostas por vezes contraditórias, o PSD optou (e por vezes até parece que de forma consciente) pelo tacticismo em contraponto à estratégia.

    A arrogância de José Sócrates, de Santos Silva ou da Ministra da Educação só acontecem e florescem pelo vazio que tem existido à direita do PS. Por isso Santos Silva gosta tanto de malhar à esquerda e à direita, mas com mais gozo à esquerda. É daí, dessa esquerda do PCP, do Bloco e de Manuel Alegre que lhe têm vindo os maiores dissabores. É para esses que o PS receia perder votos e perder a maioria absoluta.

    O PSD tem que fazer mais e muito melhor se quiser voltar a ser Governo. A questão fundamental que o PSD, os seus dirigentes e militantes têm que entender é que é deles o dever de ambicionar ganhar as eleições e ser Governo. Não porque é um partido de poder, não porque tem clientelas a satisfazer, não pelo valor absoluto da alternância democrática. Independentemente de ganhar ou não as próximas eleições, tem que querer ganhá-las e tem que convencer os portugueses de que tem essa vontade e de que sabe o que quer para lá chegar e quando lá chegar. Os eleitores esperam, exigem, do PSD essa vontade. O eleitorado central, o que decide, tem que ver no PSD uma verdadeira alternativa nas ideias, nas propostas, nos protagonistas. Ler o resto deste artigo »

  • ALTERNATIVAS

    Publicado em Março 1851, 2009 João Amado Sem comentários

    Também “antigo”. Ainda Correia de Campos era Ministro… Mas não me parece desajustado deste meu arquivo.

    Não sei se as ideologias estão mortas. Se vivem, estão na clandestinidade. Se vivem, foram empurradas para a penumbra pela nova “religião”: o pragmatismo.

    Em nome do “pragmatismo” tudo se justifica. Em nome do “pragmatismo”, a ausência de ideias, de valores, de princípios, tornou-se não só banal como útil.

    Depois do descalabro Bush, exemplo da nova classe política mundial, mal preparada e aventureira, acompanhamos as eleições presidenciais americanas e nada de importante parecia distinguir democratas e republicanos. As discussões mais “excitantes” centraram-se inicialmente na hipótese de, pela primeira vez, a Casa Branca ter por inquilino uma mulher, um negro ou um mórmon. Só lá para o fim se acreditava que Obama podia representar verdadeira mudança.

    Ali ao lado, Hugo Chavez é o herdeiro de Fidel Castro, de quem não passa de uma pálida caricatura. Na Europa Ocidental, os líderes notabilizam-se mais pelas vicissitudes das suas vidas pessoais que pelas suas propostas, enquanto a Leste a “evolução” Gorbachev-Ieltsin-Putin é, no mínimo, deprimente.

    No próximo ano vamos a votos. Desconfio que os eleitores serão, à imagem dos políticos, “pragmáticos”. Fartos das políticas seguidas durante os actuais mandatos, a dúvida que se lhes colocará, nos dias vêm, é se há verdadeiras alternativas. Estas só se constroem partindo das propostas para os executores, não disfarçando um deserto de ideias através da invenção de protagonistas. Ler o resto deste artigo »

  • Intervenção na Sessão Solene de 25 de Abril de 2005

    Publicado em Março 1137, 2009 João Amado Sem comentários

    O que escrevi ou disse no passado, repetiria na íntegra em iguais circunstâncias. Nem tudo diria de igual modo hoje. Somos nós e as nossas circunstâncias…

    Dito isto, folheando os “arquivos” de papel, electrónico e da memória conclui que, muitas vezes, vale a pena ler de novo. Quatro anos depois, poderia fazer quase o mesmo discurso.cravo

    Permitam-me que assuma o meu entendimento da importância relativa desta solenidade. Entendo que, de todas as iniciativas que ao longo destes dias se realizam, esta é a que menos lembra o espírito do 25 de Abril. Aceitando a inevitabilidade formal e institucional destas cerimónias, não deixa de ser uma ironia histórica que, pelo País fora, se encham salões nobres com aqueles a que se convencionou chamar “as forças vivas” para celebrar o dia em que Povo saiu à rua. Ler o resto deste artigo »